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Comece o dia bem informado! 25 de agosto de 2026

Mobilização coleta DNA de parentes de desaparecidos no Brasil

Nesta segunda-feira (24), a quarta edição da Mobilização Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas começou a ser realizada, fruto de um esforço conjunto do Ministério da Justiça e Segurança Pública e de institutos de perícia. A iniciativa ocorrerá até sexta-feira (28) em 342 locais de coleta espalhados pelo Brasil.

Objetivo da Mobilização

O propósito da campanha é encorajar familiares de pessoas desaparecidas a fornecer amostras de DNA, com a intenção de facilitar a identificação e o retorno de indivíduos que se encontram desaparecidos. É importante ressaltar que aqueles que já realizaram a doação anteriormente não necessitam participar novamente.

Embora a mobilização tenha datas específicas, a coleta de DNA poderá ser feita a qualquer momento em instituições apropriadas, não havendo restrição em relação ao tempo que a pessoa está desaparecida.

Como Participar

Os interessados devem dirigir-se a um dos postos de coleta, munidos de um documento de identidade. Caso possível, é recomendável levar também uma cópia do Boletim de Ocorrência (BO) ou outras informações pertinentes ao desaparecimento, como o número de registro ou a delegacia onde o BO foi registrado.

Quem Pode Doar

A orientação do Ministério é que a doação seja feita preferencialmente por familiares de primeiro grau da pessoa desaparecida, seguindo a ordem: pais biológicos, filhos biológicos, o outro genitor e irmãos biológicos. Crianças também têm a oportunidade de participar, desde que estejam acompanhadas por um responsável legal.

Processo de Coleta

O procedimento de coleta de material genético é bastante simples e pode ser realizado de duas maneiras: através de um cotonete na boca ou pela coleta de uma gota de sangue do dedo do doador. O DNA obtido será utilizado exclusivamente para identificar indivíduos desaparecidos, comparando-se as amostras dos familiares com as de pessoas não identificadas que estão em bancos de DNA.

Se a análise identificar um vínculo de parentesco, um laudo será elaborado e enviado à delegacia que cuida do caso, que então contactará a família.

Com informações da Agência Brasil (EBC), sob licença CC BY 3.0 BR. Texto editado.