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Comece o dia bem informado! 26 de agosto de 2026

Casos de febre do Nilo Ocidental são confirmados em SP

A febre do Nilo Ocidental teve os primeiros casos humanos confirmados no estado de São Paulo, segundo informações do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE-SP) da Secretaria de Estado da Saúde. Os afetados são uma mulher de 34 anos, residente em Ribeirão Preto, e uma adolescente de 18 anos, de São José do Rio Preto.

A mulher já se recuperou após ter viajado recentemente à região amazônica, enquanto a adolescente ainda está internada e sob monitoramento médico. Essa é a primeira vez que a febre do Nilo Ocidental é identificada em humanos no estado.

Tatiana Lang D’Agostini, diretora do CVE-SP, ressaltou que a confirmação desses casos humanos ressalta a relevância da vigilância epidemiológica e do acompanhamento contínuo da situação. Ela também mencionou que as equipes estão empenhadas em investigar a origem da infecção e a adotar medidas de prevenção.

Além dos casos em São Paulo, o Ministério da Saúde reportou dois registros em Santa Catarina, sendo que um deles resultou em óbito, além de um caso suspeito no Piauí. O ministério mantém vigilância epidemiológica e laboratorial para detectar novas ocorrências e identificar as áreas de transmissão do vírus.

Na maioria dos casos, a infecção pelo vírus é assintomática. Apenas cerca de 20% dos infectados apresentam sintomas leves, que incluem febre, mal-estar e náuseas. Os mosquitos, especialmente da espécie Culex, são os principais vetores da febre do Nilo Ocidental.

Os sintomas que podem surgir incluem febre, dor de cabeça e dor muscular. Em situações mais graves, complicações como encefalite ou meningite podem ocorrer, exigindo atenção médica imediata. Atualmente, não existem vacinas ou tratamentos antivirais específicos, com os cuidados focados no manejo dos sintomas e internação hospitalar quando necessário.

Com informações da Agência Brasil (EBC), sob licença CC BY 3.0 BR. Texto editado.