Nesta quarta-feira (2), o Ibovespa, influenciado por tensões entre os Estados Unidos e o Irã e por movimentações políticas internas, alcançou uma notável alta de 3,05%, chegando a 185.205,09 pontos, o nível mais alto desde maio.
Desvalorização do dólar
O dólar teve um dia de queda, finalizando a jornada cotado a R$ 5,106, o que representa uma desvalorização de 0,91%. Assim, a moeda norte-americana sofreu sua terceira sessão consecutiva de diminuição, atingindo o menor valor em três semanas.
Dados do mercado
- Ibovespa: 185.205,09 pontos (+3,05%);
- Dólar comercial: R$ 5,106 (-0,91%);
- Dólar nas últimas três sessões: -1,72%;
- Dólar no acumulado do ano: -6,97%;
- Petróleo tipo WTI: US$ 91,01 (+0,88%);
- Petróleo tipo Brent: US$ 95,63 (+1,04%).
Fatores que impulsionaram o Ibovespa
O desempenho da B3 foi o melhor em um único dia desde março, quando atingiu um auge de 186.028,06 pontos. Essa valorização foi estimulada pela confiança renovada dos investidores estrangeiros no mercado acionário brasileiro, que havia sofrido uma significativa saída de capitais em agosto.
Desempenho recente do dólar
No início do pregão, a cotação do dólar chegou a R$ 5,1702, mas reverteu essa trajetória após a divulgação de pesquisas eleitorais. O fechamento de hoje marca o menor valor da moeda desde 7 de agosto, acumulando uma queda de 1,72% nos últimos três dias.
Desempenho das commodities
No cenário internacional, o petróleo se destacou, com o tipo WTI subindo US$ 0,79 (+0,88%) e fechando a US$ 91,01 por barril. Esse aumento nos preços ocorreu em meio à persistência das tensões entre os EUA e o Irã, resultando em incertezas sobre o abastecimento no Estreito de Ormuz, uma rota fundamental para o transporte de petróleo.
O barril do tipo Brent, que serve como referência para a Petrobras, registrou um aumento de US$ 0,98 (+1,04%), encerrando a cotação a US$ 95,63. Dados recentes indicaram uma diminuição nos estoques de petróleo nos EUA, o que também contribuiu para essa elevação nos preços, enquanto a Opep deve manter sua política de produção inalterada na próxima reunião.
