No Rio Grande do Sul, a situação de emergência foi oficialmente declarada pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil em 19 cidades, em razão dos severos desastres naturais que ocorreram em julho. A portaria de número 2.579 formaliza esta medida, que abrange áreas afetadas por chuvas intensas, tornados, vendavais, enxurradas e granizos.
Dentre os municípios impactados, Arroio do Tigre, Campina das Missões e Cerro Grande do Sul enfrentaram o problema das chuvas fortes. Boqueirão do Leão teve sua emergência reconhecida devido às enxurradas, enquanto Giruá foi atingida por um tornado. Danos causados pelo vendaval foram registrados em Itaqui, e Ubiretama foi prejudicada pelo granizo.
Assistência e Recursos
A declaração de emergência pelo governo federal permite que as prefeituras solicitem recursos da União para a assistência à população. Isso abrange a distribuição de alimentos, a oferta de água potável, kits de higiene e limpeza, além de apoio para restaurar serviços essenciais e reparar as áreas atingidas.
Desigualdades e Consequências
Desde julho, as chuvas intensas no Rio Grande do Sul resultaram no desalojamento de mais de 2,6 mil pessoas em 118 municípios, conforme dados da Defesa Civil estadual. Os temporais ocasionaram episódios de destelhamento, quedas de árvores e postes de energia, além de inundar diferentes rios, como o Guaíba.
Além disso, um ciclone bomba que atingiu a área trouxe consequências trágicas, com uma morte e cinco pessoas feridas, ressaltando a gravidade dos fenômenos climáticos enfrentados no estado.
Com informações da Agência Brasil (EBC), sob licença CC BY 3.0 BR. Texto editado.
