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Comece o dia bem informado! 16 de agosto de 2026

TSE ordena retirada de vídeo que liga Lula ao PCC e CV

Em uma votação apertada, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu por cinco votos a dois retirar um vídeo de Flávio Bolsonaro. O conteúdo do vídeo fazia uma ligação entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e organizações criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV).

A demissão do vídeo foi resultado de uma ação judicial movida pela Federação Brasil da Esperança, uma coligação composta pelos partidos PT, PC do B e PV. Flávio Bolsonaro foi acusado de fazer propaganda eleitoral antecipada, que não só trazia críticas prematuras, mas também estabelecia uma relação falsa entre o presidente e esses grupos criminosos.

O julgamento ocorreu no plenário virtual do TSE, onde a decisão foi marcada por divergência entre os ministros. Essa situação se diferenciou da posição do presidente da Corte, Nunes Marques, que havia negado um pedido de liminar para a remoção do vídeo em julho.

Os ministros que apoiaram a retirada do vídeo foram Estela Aranha, Ricardo Villas Bôas Cueva, Dias Toffoli, Floriano de Azevedo Marques e Antonio Carlos Ferreira. Por outro lado, André Mendonça e Nunes Marques foram os únicos a votar contra a remoção.

Além de ordenar que o vídeo fosse removido da rede social X, o TSE não analisou um pedido de Mendonça. Este buscava a obtenção de gravações do 8º Congresso Nacional da federação e do lançamento do projeto Porta-Vozes de Lula, juntamente com notas fiscais, comprovantes e contratos pertinentes.

O tribunal também percebeu que houve inadequação na distribuição do processo, promovendo sua redistribuição entre os ministros competentes. Aqueles que votaram de maneira divergente em relação a Mendonça e Toffoli foram Antonio Carlos Ferreira, Ricardo Villas Bôas Cueva, Floriano de Azevedo Marques, Estela Aranha e Nunes Marques.

Com informações da Agência Brasil (EBC), sob licença CC BY 3.0 BR. Texto editado.